
A mentira tem "perna curta"... o ditado já é velho.
Provando que o seu grau de desenvolvimento intelectual se tem vindo a ajustar aos novos tempos, os portugueses vão dando o benefício da dúvida a um governo que, "contra ventos e marés", tem lutado contra o imobilismo que, nos últimos anos, se vinha verificando em Portugal.
É um facto que os portugueses, nós todos, deveríamos estar melhor a todos os níveis.
Essa é uma pretensão de todos os povos.
No entanto, para que isso seja possível, torna-se necessário um esforço conjunto que assim permita alcançar tal desiderato.
Não se pode estar à espera dos governos como se eles fossem os "salvadores da pátria".
Aos governos exige-se seriedade, contenção, serenidade, organização... e inteligência.
"A maioria dos portugueses vêem confiando neste governo porque lhe reconhecem estes valores.
A demagogia grosseira duma oposição incompetente e sem soluções para o futuro, demagógica nas suas propostas populistas e sem qualquer sentido prático, não colhe junto dos portugueses que vêem em José Sócrates a pessoas certa para o lugar certo.
O país tem finalmente um rumo... e os portugueses reconhecem isso.
Ao governo é pedido que colabore estrategicamente na criação de riqueza, mas cabe ao tecido empresarial criar essa mesma riqueza... mais e, sobretudo, melhor.
O pais vai caminhando, devagar mas inexoravelmente, para deixar de ser o pais da subsídio-dependência.
A luta contra os corporativismos ainda existentes tem de continuar... sem tréguas.
Aqueles que entendem isso como "autoritarismo" e "prepotência" vão ter que se "adaptar" a uma governação que não cede aos interesses confortavelmente instalados.