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Ideias para Blogger

Mais um...mas quantos mais não haverá!

Written By Al Berto on terça-feira, novembro 07, 2006 | terça-feira, novembro 07, 2006


Já não bastavam os padres católicos pedófilos agora também temos o presidente da Associação de Igrejas Evangélicas dos Estados Unidos, Ted Haggard, um destacado opositor dos casamentos homossexuais, que se declarou este domingo culpado de imoralidade sexual, após ter sido acusado de manter relações com um prostituto.

Atente-se na "sinceridade" do crápula:
«Sou culpado de imoralidade sexual. Sou um mentiroso e um embusteiro. Há uma parte da minha vida que é muito obscura e repulsiva, e durante toda a minha vida adulta combati contra ela».
Que só o afirmou depois do seu "amante" e prostituto masculino Mike Jones o ter acusado de lhe ter pago durante três anos para manter relações sexuais.
Jones assegurou que se sentiu traído depois de inteirar-se que a pessoa que ele conhecia como «Art» era, na realidade, um destacado pastor evangélico que clamava contra o matrimónio homossexual nas suas aparições na televisão.

Haggard, de 50 anos, casado e pai de cinco filhos, e uma das pessoas mais destacadas do movimento evangelista nos Estados Unidos, foi incluído pela revista Time na sua lista de 25 líderes evangélicos mais influentes tendo assessorado a Casa Branca.

Como vemos, para além de servirem de móbil no despoletar de guerras (católicos e protestantes na Irlanda, judeus e muçulmanos no médio oriente, etc.), as religiões vão acoitando praticantes das mais diversas anormalidades.
O povo, esse lá vai "cavando a vinha do senhor" pagando as suas promessas e oferecendo as suas "esmolas" como se "esta" religião tivesse alguma coisa a ver com a do "profeta".

Fonte: Diário Digital

Para termos consciência plena de que a religião é uma criação do homem, daí as atrocidades que têm sido cometidas em seu nome, conheçamos como nasceu a primeira religião:

Os primeiros homens tinham observado um efeito totalmente inesperado, mas que transformou por completo o homem selvagem e a vida do grupo.
No princípio deviam esperar que o raio caísse na árvore e a incendiasse.
Assim puderam apropriar-se do fogo. Mas, não sabendo ainda como produzi-lo, eles deviam guardá-lo à vez.
Mesmo durante as deslocações, um membro do grupo tinha o pesado fardo de guardar este fogo « sagrado ».

As actividade das primeiras sociedades foram-se organizando à volta do fogo, incluindo a hierarquia.
Os guardas do fogo tinham uma função tão importante, que seriam punidos de morte se o deixassem apagar. Ao mesmo tempo, eles eram respeitados, porque detinham um conhecimento que ultrapassava o entendimento.
Foi assim que nasceu o chamanismo que foi a primeira das religiões.

18 comentários:

Augusto Marques disse...

Até aqui a "coisa" ainda andava meia encoberta mas com o aumento do volume de informação cada vez mais se vão sabendo destes e doutros "podres".

Cfe disse...

Poxa Mostardinha,

Você pegou pesado em sua crítica contra as religiões.

O conflito no Norte da Irlanda e Israelo-Árabe, não tem a ver unicamente com a religião mas uma disputa por terra em que uns pensam que outros são invasores.

Tanto é assim que existem comunidades judaicas que vivem nos países árabes pacificamente longe da área de conflito, e comunidaes árabes que vivem em Israel. Só não há comunidades judaicas na zona palestina por causa da insegurança que afeta a todos.

No conflito da Irlanda, a disputa é mais entre os descendentes de auctóctenes (puramente irlandeses) mais antigos e aqueles que são descendentes do "invasor" inglês. A par disso entre uma mentalidade de obedecer a tradição irlandesa e outra da tradição inglesa.

O exarcebamento dessas questões dá-se exaltando a religião de cada grupo por parte de líderes muitas vezes inescrupulosos interessados em divisões. Aproveitam-se do que existe de mais íntimo, ligado a espiritualidades e convicções pessoais. Vejam o caso atualmente de alguns clérigos islamicos, que insuflam seus fiéis.

Lá por um líder ter sido pego praticando comportamentos que criticava, não significa que a mensagem da religião que represente esteja errada.


Sendo óbvio que se tivesse confessado seu comportamento antes de ser denunciado, obteria mais credibilidade, não se pode condena-lo por ter sido franco. Poderia ter negado como tantos fazem.

E há ainda aquilo que eu chamaria de questão estatística: se um grupo é uma representativo de uma comunidade é lógico que apresentará indivíduos com as qualidades e defeitos inerentes a toda comunidade.

Não é verdade que a religião é causadora da violência, pelo contrário, é comum ver-se atos ecumenicos em favor da paz. Alem disso há trabalho concreto feito diariamente por dezenas de organismos e pessoas religiosas.


No Rio de Janeiro uma abrupta diminuição da violência, especificamente homicídios, numa favela chamou a atenção de professores universitários que foram investigar a situação. Chegaram a conclusão de que foi a instalação de 4 grupos envangélicos que obtendo sucesso na sua mensagem conseguiram por consequência uma maior paz social entre as pessoas da localidade.

Em alguns presídios, especialmente os do Rio, existem pavilhões de presos evangélicos (convertidos depois da prática de crimes) que são os mais organizados, limpos, e livres de crimes habituais no sistema carcerário.

Existem estudos de que as pessoas praticantes de religião tem hábitos mais ordeiros e infligem menos a lei do que a generalidade da população. Eu não estou dizendo que são melhores, apenas que seguem mais as regras sociais. Tambem aceitam melhor as adversidades e estão menos expostos a certos tipos de doenças advindas do stress.

Mas isso tudo não é notícia porque não vende jornal.


Um abraço,

Cfe

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

O problema então me parece ser a tradição...
Pronto!!! E se resolvéssemos pensar e agir pelas próprias vontade, fundamentos na conduta ética e moral, talvez não fóssemos tão cegos e inconsequentes!!!

Não quero de modo algum ferir quem quer que seja e nem mesmo me colocar contra as opções pessoais de cada um, mas falando-se aqui muito francamente, eu nunca vi multidões de ateus fantasiados de homens bombas; empunhando armas contra alguém que lhe deu o desprezo por ser adepto da descrença ou matando seja quem for - desde mulheres, idosos, criancinhas - em nome da falta de religião... Nunca vi descrentes em religiões forçarem suas mulheres a usarem burcas e muitíssimo menos vi agnósticos a deflagrarem guerras em nome das diferenças religiosas, sendo elas geradas pelas razões que forem.
Já o inverso...

Obviamente que tal pastor em quetão, não passa mesmo de um coitado acuado e covarde, cheio de culpas que certamente ele acreditava que a dedicação á religião, lhe curaria do gosto entendido por ele comoe escuso. Um moralista de visão curta e duvidosa que se colocou sempre desfavorável ao que ele atribuía como sendo uma falha de sua conduta, esquecendo-se que a falha maior reside justamente na falta de transparência e falta de coragem para assumir suas próprias escolhas. Há ainda o famigerado medo da 'punição divina', sendo essa a arma mais pesada usada pela a maioria das religiões e que acompanha numa espécie de tortura psicológica e quase mitológica, os tempos, na tentativa de fazer com que o HOMEM diante de toda a sua natural maldade, curve-se temeroso aos possíveis castigos vindos do poder divino...

E lendo o cfe e discordando um tanto dele na boa defesa que fez sobre o que ele certamente acredita e muito embora a maneira como ele expõe os fatos consiga ser quase convincente, além de muito bem escrita (gosto da sua fluência de raciocínio e uso das letras!!!), eu francamente me vejo forçada a dizer que desconheço religiões que não insuflem seus fiéis, na medida que pregam comportamentos e semeam medos, ainda que disfarçadamente.
Sabemos que o entendimento de religião e religiosidade, pode mudar de pessoa para pessoa; de povo para povo; mas no fundo, a religião é uma espécie de camisa de força invisível que serve para tentar colocar rédeas no ser humano e em sua natural e exagerada maldade, falta de limites e respeito. Para que tenhamos uma noção de nossos comprometimentos com o meio e com tudo que nos cerca, não se faz necessário seguirmos uma religião e nem temermos a nada que não seja o resultante de nosso natural descontrole e ganância por quebrarmos mais e mais limites... Se fóssemos naturalmente bons, cuidadosos e respeitosos, não passaríamos pelas muitas crueldades expostas a que estamos acostumadas a passar e que naturalmente com a dádiva ofertada pelo perdão oferecido pela crença e com o pagamento da pena, recebemos todos a indulgência e volta a ser nossa a possibilidade do reino dos céus...
Santa ingenuidade...

Resta-me o consolo de que a natureza se encarrega sempre de mostrar o preço que todos nós e de todas as espécies, temos de pagar pelo descaso e não haverá religião alguma que faça ninguém escapar e tampouco teremos uma nova arca de noé prontinha a nossa espera, bastanto pagarmos o tal bilhetinho para entrar...

Beijinhos,
Cris

E não me entenda mal cfe, pois gosto sempre de tuas colocações e até mesmo quando discordo delas!!!

Jorge Sobesta disse...

Caro Mostardinha,

Esse pastor me lembra um documentário sobre o sultanato em Brunei. Um dos sultões era alcoólatra.Porém no período de seu sultanato, proibia o consumo de bebidas alcoolicas e ainda mantinha uma milícia que saia a cata de infratores que eram decaptados sumariamente. Porém o sultão se regalava em bebidas, desobedecendo a própria lei que criara.
Acontece que para se escolher um sultão, pelo menos naquela época, os filhos do sultão a ser sucedido viviam em clausura num palácio especialmente construído para esse fim, sem acesso a mulheres ou quaisquer informações sobre o mundo exterior.O critério era que o menos doido fosse escolhido como novo sultão.
Desconheço o método para escolha dos pastores. hehe

Um abraço.

José Alberto Mostardinha disse...

Caro Cfe:

A religião não tem nada de transcendental.
É uma criação, com milénios, exclusivamente humana para reagir perante as adversidades da natureza e a momentos de crise.
Isto para dizer que tem sido usada para os mais diversos fins... normalmente ilícitos e oportunistas...ainda que pelo meio e á mistura (para parecer verdade) surjam obviamente intenções correctas.

Isto é uma coisa... a outra é o meu profundo respeito por quem é adepto e praticante destas filosofias e/ou convicções independentemente da sua natureza.

Um abraço,

Anónimo disse...

É caso para dizer: ouve o que eu digo, não ligues ao que eu faço.

Todas as religiões têm um denominador comum a meu ver: o poder.

Acho que a religião mais verdadeira que deve existir é amarmo-nos e respeitarmo-nos. Sem oferendas... Sem sacrifícios... Sem leis...

Beijo grande.

ariadne disse...

Olá,

Ando sim um pouco devagar nos comentários mas, sempre que posso, apareço por aqui.

Ricardo Rayol disse...

Fica parecendo que é o Dr Jeckill e Mr Hide... o culpado é o malvado demonio que habita o intimo do ser humano.. Parece que ouço-o dizendo: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa.. e isso não resolve picas.

Cfe disse...

Cara Cristina,

Pode crer que não fico magoado por discordar de mim. Até é bom para os petralhas que ficam como moscas zanzando por aí, que vejam existir discordâncias a repeito dos mais diversos assuntos para além da política, e apesar disso não ficarmos exaltados.

Em cada um fica sempre esculpido aquilo que a pessoa(s) que cuidou de nós em criança quis.

O incultamento de valores, inclusive o religioso, faz-se em tenra idade mas a permanência destes no interior de cada um, vai ser determinado pela experiência e opções cada Homem ou Mulher tomar.

Você pode desapertar uma fivela dessa camisa de força como chama ou quebrar uma talha da escultura que fizeram em si, como prefiro, mas não pode desfazer o conjunto sob pena de não mais existir. Se os valores religiosos não tem peso é porque outros(valores) esculpidos são conflitantes com estes.

Acredite que fico mais contente por você tentar ser aquilo que julga ser, do que viver como um zumbi repetindo o que ouviu sem sentir no seu interior o que lhe foi transmitido como verdade.

Não interessa a ninguem pessoas que não sejam livres. Mas essa liberdade tem de ser verdadeira e conquistada, não passiva e presenteada.

A tradição é importante porque significa a solução para problemas concretos que afligiram antepassados e segui-la, muitas vezes, evita grande dissabores. O problema é quando a tradição passa a ter mais peso como regra do que como solução. De chave do cadeado passa a ser o próprio cadeado.

"O sábado foi feito para o Homem e não o Homem para o sábado"

Como o tempo muitas vezes encarrega-se de dilatar a distância entre a questão e a solução, ficamos como que perdidos a perguntar o porque de tal rito ou comportamento.

Mas acho que cometeu uma imprecisão.

Aqueles que seguem foice e martelo são o que? Não orgulham-se de ser ateus? Marx não disse que a "religião é ópio do povo"?

O seguidores da suástica não fizeram uma valente máquina de extermínio doutros só porque estes eram participantes duma religião específica? Terminada a chacina iriam virar-se contra quem?
Naturalmente contra os demais.

Não quero estabelecer igualdade entre ateísmo e nazismo ou comunismo. Mas tenho de ressaltar o embasamento que este faz dessas ideologias. Digo isso porque não acredito e não quero, muito menos, que pense que a estou chamando de nazista ou marxista, ridículo seria.

Essa defesa da natureza que faz tambem é um grilhão a ser desfeito. Depois da natureza viria o que?

Tá bem: Florianópolis! Mas depois de Floripa?...


Inté,

Cfe


Mostardinha,

Isso de vir em casa alheia e passar pitecos é muito complicado.

Mas vale mudar de assunto: a minha equipe portuguesa venceu de 3 a 0. Aposto que a sua tambem. Está vendo como concordamos em alguma coisa?

Té logo,

Cfe

Jorge Sobesta disse...

Caro Mostardinha,

Mudando de alho para bugalho, quando lhe disse do meu temor pela ditadura no Brasil me referia a coisas como esta : http://www.estadao.com.br/tecnologia/internet/noticias/2006/nov/07/56.htm
O Tal Azeredo é analista de sistemas que exerce política a mais de 20 anos. Sendo eu um analista de sistemas sei que 20 anos fora da profissão é tempo suficiente para virar um analfabeto da área. Como se não bastasse o tal Sarney tolher a liberdade de expressão da nossa amiga Alcinéa, agora teremos por aqui uma versão tupiniquim do Big Brother.

Um abraço.

CarpeDiemBeHappy disse...

Estava com saudades de vir aqui!!

Como sempre, assuntos interessantes neste blog.

Pois, acontece em todo lado. A religião e seja qual for deveria dar o exemplo, mas infelizmente isso não acontece. Pena, tenho das vítimas. Depois de sabermos destas e doutras histórias que andam por aí sobre a pedófilia ainda querem eles que os respeitemos.

Sabes uma coisa..não há respeito pelos crentes!

Beijinhos

JotaCê Carranca disse...

Passei por aqui. Não tenho relegião por quanto entendo que isso é coisa criada pelo homem para se esconder das adversidades da vida. Naõ defendendo a Pedofilia - fazendo um estorial da Grácia antiga isso era o normal funcionamento da sociedade elevada - não vejo porque tanta admiração em ver religiosos, das mais diversas confições, cairem nesse crime. Afinal de contas já S. Tomé dizia, faz o que eu digo e não o que eu faço.
Felizmente a pedofilia hoje é crime. Há que combater o crime... mas não o rotulem como desvio da personalidade ou coisa que o valha.
Desabafei.

Guilherme Roesler disse...

Mostardinha, concordo: a religião é uma forma de lutar contra a natureza.
Abraços, GR.

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Caro cfe!!!

É bom quando a discórdia aparece de mãos dadas com a elegância...

Discordamos mesmo, mas nem por isso deixo de respeitar tua opinião, mas sinceramente, acho que ela não está combinando muito contigo...

Quanto ao que dizes que "Em cada um fica sempre esculpido aquilo que a pessoa(s) que cuidou de nós em criança quis"...

As pessoas que cuidaram de mim de fato me mostraram e o fizeram como recomenda a boa tradição e quem não escolheu não seguir para lado algum, fui eu mesma. Tive a oportunidade de seguir o que melhor fosse para mim e felizmente, sem imposição alguma, pois tive uma pai que embora de uma família de judeus e embora tenha me colocado em uma escola israelita, costumava dizer que cada um deve sempre fazer suas próprias escolhas e que aos pais cabe apenas mostrar caminhos e oferecer escolhas. Minha, de família católica apostólica e romana, embora aceite minhas escolhas, não as respeita muito não e isso, espaecialmente no que se refere à religião, pois ela sempre que pode, me alfineta pela minha descrença, coisa que meu pai jamais o fez e nem tampouco ele prórprio seguia uma religião, pois sempre o escutei falar rindo, que religião é algo que qualquer um cria e convida outros mais fracos e menos espertos do que ele, para serem seus seguidores e assim se fez mais um domínio...

"O sábado foi feito para o Homem e não o Homem para o sábado"

E... Quem inventou o sábado???
Com todas as suas normas, rotinas, sistemas e até o tradicional churrasco???

Claro está que eu falo aqui por metáfora, tal qual tu o fez... E depois de Floripa, não há nada mais além da imensidão azul...


É volátil...

Beijo de bom dia!!!
Cris

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Mostardinha!!!

Obrigada por tuas palavras no Lâmina...

Agora tenho recebido por lá a visita de uma criatura amarga feito fel, que resolveu implicar comigo por um comentário que fiz sobre uma foto linda do meu amigo Antonior e no espaço dele. A pessoa deve ter passado por lá e resolveu me tirar pra tonta...

Primeiro me fez uma pergunta sobre como pode ser abstrata uma foto de uma pedra e assinou alí como leo. Depois virou anonima e agora já é Rita Guedes... E pelo visto com tempo bastante para atrapalhar a vida alheia e criar desconforto. Ela escreveu logo acima do comentário feito por ti, mas já deletei. Há coisas que o melhor a ser feito mesmo, é ignorar.

Bom dia pra ti!!!
Beijo,
Cris

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Ao cfe, Mostardinha e a quem interessar possa...

Desculpas pelos meus sucessivos erros de digitação, mas sofre de acentuada deficienência visual e me atrapalho com as letrinhas... Escrevo e leio por conhecê-las, mas por vezes cometo erros dramáticos!!!

Beijo,
Cris

Passarim disse...

Mostardinha,

Precisamos saber das regras de acesso a internet ai em Portugal. Aparte, entra nessa briga a partir de um comentário de Thallis Valle.QUEREMOS A LIBERDADE PELA LIBERDADE

Obrigado pela visita no Aparte. Achei muito, mas muito interessante mesmo o seu artigo a propósito da regulação do acesso identificado a internet e entendo que está é uma oportunidade impar de darmos nossa contribuição no sentido de garantir a liberdade com responsabilidade, também, via net. Sou plenamente favorável a liberdade de comunicação em todos os sentidos e não gostaria de ver este nosso maravilhoso mundo sem fronteiras com regras que nos limitem. Este é um tema que interessa ao MDLN – Movimento Digital de Libertação Nacional.
Penso, como Jean-Paulo Sartre: "Queremos a liberdade pela liberdade e através de cada circunstância particular. E, ao queremos a liberdade, descobrimos que ela depende inteiramente da liberdade dos outros, e que a liberdade dos outros depende da nossa."
Nesse sentido gostaria, se te interessar, é claro, que elaborasse algumas sugestões a respeito do assunto.
Temos nesta oportunidade impar que contribuir e fazer constar do projeto nossas propostas. Para não ser cansativo, fica aqui o convite de aprofundarmos está discussão e de encaminharmos nossas sugestões ao Relator do Projeto Senador Eduardo Azeredo, aqui de Minas Gerais, com quem temos a liberdade falar e propor sugestões.
Contamos com sua participação. Abs. Jarbas

Anónimo disse...

Excelente post, as religiões são sistemas políticos iguais aos outros, apelam porém a algo que o nosso céebro reage, a fé, o desejo de acreditar numa qualquer identidade, os homems que compõem essas religiões são isso mesmo homens iguais a tantos outros, com os mesmos defeitos, as religiões são todas diferentes dizem eles, são iguais num só ponto na hipocrisia digo eu. Um abraço